Práticas clínicas de desmame da ventilação mecânica em unidades de terapia intensiva pediátrica da América Latina: inquérito do Grupo de Liberação da Ventilação Mecânica da Sociedad Latino-Americana de Cuidados Intensivos Pediátricos
| dc.contributor.author | Alejandra Retta | |
| dc.contributor.author | Analía Fernández | |
| dc.contributor.author | Ezequiel Monteverde | |
| dc.contributor.author | Cíntia Johnston | |
| dc.contributor.author | Andrés Castillo-Moya | |
| dc.contributor.author | Silvio Torres | |
| dc.contributor.author | Jesús Domínguez-Rojas | |
| dc.contributor.author | M. Herrera | |
| dc.contributor.author | Vlademir Aguilera-Avendaño | |
| dc.contributor.author | Yúrika López-Alarcón | |
| dc.coverage.spatial | Bolivia | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-22T19:24:09Z | |
| dc.date.available | 2026-03-22T19:24:09Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | RESUMO Objetivo: Abordar a prática atual de desmame da ventilação mecânica invasiva de pacientes em unidades de terapia intensiva pediátrica, com foco no uso de protocolos, critérios, parâmetros e indicações padronizados para suporte respiratório não invasivo após a extubação. Métodos: Realizou-se uma busca eletrônica de novembro de 2021 a maio de 2022 em unidades de terapia intensiva pediátrica ibero-americanas. Participaram médicos e terapeutas respiratórios, com um único representante de cada unidade de terapia intensiva pediátrica incluída. Não houve intervenções. Resultados: A taxa de resposta foi de 48,9% (138/282), representando 10 países ibero-americanos. Em apenas 34,1% (47/138) das unidades de terapia intensiva pediátrica havia protocolos escritos de desmame de ventilação mecânica invasiva, e seu uso estava associado à presença de terapeutas respiratórios (RC 3,85; IC95% 1,79 - 8,33; p = 0,0008). O método mais comum de desmame envolveu uma redução gradual do suporte ventilatório mais um teste de respiração espontânea (47,1%). A duração média da tentativa de respiração espontânea foi de 60 a 120 minutos em 64,8% das respostas. A presença de um terapeuta respiratório na unidade de terapia intensiva pediátrica foi a única variável associada ao uso de um teste de respiração espontânea como o principal método de desmame da ventilação mecânica invasiva (RC 5,1; IC95% 2,1 - 12,5). Os protocolos de suporte respiratório não invasivo não foram usados com frequência após a extubação (40,4%). Quase metade dos respondentes (43,5%) relatou preferência pelo uso de pressão positiva de dois níveis nas vias aéreas como modo de ventilação não invasiva após a extubação. Conclusão: Uma grande proporção de unidades de terapia intensiva pediátrica ibero-americanas não possui protocolos de desmame. Nosso estudo destaca uma variabilidade substancial nas práticas de prontidão para extubação, ressaltando a necessidade de padronização desse processo. No entanto, a presença de um terapeuta respiratório foi associada a uma maior adesão às diretrizes. | |
| dc.identifier.doi | 10.62675/2965-2774.20240066-pt | |
| dc.identifier.uri | https://doi.org/10.62675/2965-2774.20240066-pt | |
| dc.identifier.uri | https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75841 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.relation.ispartof | Critical Care Science | |
| dc.source | Hospital General de Niños Ricardo Gutierrez | |
| dc.subject | Medicine | |
| dc.title | Práticas clínicas de desmame da ventilação mecânica em unidades de terapia intensiva pediátrica da América Latina: inquérito do Grupo de Liberação da Ventilação Mecânica da Sociedad Latino-Americana de Cuidados Intensivos Pediátricos | |
| dc.type | article |