Diabetes mellitus gestacional: triagem, diagnóstico e prevenção

dc.contributor.authorCamilla Maganhin Luquetti
dc.contributor.authorMatheus De Souza Teixeira
dc.contributor.authorAldir Cleber Durães Nascimento Filho
dc.contributor.authorBruno Bezerra Carvalho Sousa
dc.contributor.authorAlice Barbosa Nascimento
dc.contributor.authorTassila Melo Souza de Farias
dc.contributor.authorMarta Esteves D’Oliveira
dc.contributor.authorAdria Luana Gabler da Costa
dc.contributor.authorMarcelo Marques Sobrinho
dc.contributor.authorGuilherme Vinícius Oliveira Mendes
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:21:55Z
dc.date.available2026-03-22T19:21:55Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractIntrodução: O diabetes mellitus gestacional (DMG) se desenvolve em gestantes cuja função das células beta pancreáticas é insuficiente para superar a resistência insulínica associada ao próprio estado gestacional. Objetivo: discutir o diabetes mellitus gestacional quanto à triagem, diagnóstico e prevenção. Metodologia: Revisão de literatura a partir de bases de dados da Scielo, da PubMed e da BVS, de abril a junho de 2024, com descritores “gestational diabetes mellitus”, “diagnosis” e “prevention”. Incluíram-se artigos de 2019-2024 (total 133), com escolha de 05 artigos na íntegra. Resultados e Discussão: DMG é o diagnóstico de diabetes entre 24-28 semanas de gestação. Quando no início da gravidez, mais provável de ser crônico e recebe o nome de “overt diabetes”. A triagem universal ocorre para DMG ocorre entre 24-28 semanas, já que 24 semanas é a idade gestacional quando a resistência à insulina está aumentando significativamente. A abordagem de uma etapa simplifica a triagem realizando apenas um teste de diagnóstico, normalmente um teste de tolerância oral à glicose (GTT) de jejum de 75 gramas, em todos os pacientes. Em duas etapas, o primeiro passo é um GTT oral de 50 gramas de uma hora administrado sem levar em conta a hora do dia/refeições anteriores e, o segundo passo GTT oral de 100 gramas de três horas realizado após jejum noturno. Em mulheres com DMG, o tratamento (terapia nutricional, em seguida, farmacoterapia se os objetivos glicêmicos não forem alcançados) pode reduzir a taxa de alguns resultados adversos da gravidez, particularmente macrossomia e distocia do ombro e, possivelmente, pré-eclâmpsia. Indivíduos com DMG devem ser rastreados para diabetes pós-parto e periodicamente depois, pelo maior risco de desenvolver DM2. Conclusão: A prevalência de diabetes gestacional tem aumentado, provavelmente devido à maior idade média materna e ao aumento do IMC, bem como às mudanças nas práticas e métodos de rastreio.
dc.identifier.doi10.70164/jmbr.v1i3.171
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.70164/jmbr.v1i3.171
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/75622
dc.language.isopt
dc.publisherNilton Lins University
dc.relation.ispartofJournal of Medical and Biosciences Research.
dc.sourceHospital Israelita Albert Einstein
dc.subjectMedicine
dc.subjectDiabetes mellitus
dc.titleDiabetes mellitus gestacional: triagem, diagnóstico e prevenção
dc.typearticle

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