ABERTURA DE QUADROS PSIQUIÁTRICOS DEVIDO USO INAPROPRIADO DE SIBUTRAMINA
| dc.contributor.author | Guilherme Henrique Machado Cessel Pereira | |
| dc.contributor.author | Alessandra Honorato Aguiar | |
| dc.contributor.author | Ana Carolina da Ponte Cervo | |
| dc.contributor.author | Arthur Barbosa Mendonça | |
| dc.contributor.author | Carolina Russo Bordin | |
| dc.contributor.author | Elen Carla de Melo | |
| dc.contributor.author | Heloisa Nunes Martinez | |
| dc.contributor.author | Juliana Campos de Paiva Silva | |
| dc.contributor.author | Lorena Oliveira Cristovão | |
| dc.contributor.author | Melissa da Costa Prado | |
| dc.coverage.spatial | Bolivia | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-22T19:21:04Z | |
| dc.date.available | 2026-03-22T19:21:04Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | Compreender a relação entre o medicamento e o desenvolvimento de transtornos mentais. Metodologia: Revisão integrativa da literatura realizada nas bases de dados Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) e Google Acadêmico, utilizando os descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Sibutramina”, “Riscos”, “Efeitos colaterais” combinados entre si pelo operador booleano AND. Resultados: A sibutramina, medicamento para obesidade, pode desencadear quadros psiquiátricos, como ansiedade e depressão, através de mecanismos biológicos, como alterações neuroquímicas e disfunção do eixo hipotálamo – hipófise – adrenal, além dos psicológicos, como fatores de predisposição e estresse. Estimativas de prevalência variam de 1% a 10%, com incidência de até 2% ao ano. Meta-análises recentes apontam uma prevalência média de 3,5% para transtornos de ansiedade e 2,8% para transtornos depressivos. Essa variação pode ser atribuída a diferenças metodológicas entre os estudos, bem como à falta de padronização nos critérios de diagnóstico. Identificar os fatores de risco associados ao desenvolvimento desses transtornos é crucial para uma abordagem preventiva mais eficaz. Histórico prévio de transtornos mentais, uso concomitante de outros medicamentos psicoativos e eventos estressantes são alguns dos fatores que aumentam a probabilidade de desenvolver quadros psiquiátricos em pacientes que utilizam sibutramina. A falta de acompanhamento médico e o uso estético contribuem para o aumento dos riscos. Profissionais de saúde devem monitorar de perto os pacientes, especialmente adultos jovens e mulheres, e desaconselhar a sibutramina em casos de histórico psiquiátrico, uso de antidepressivos ou estresse intenso. Estudos recentes reforçam essa associação, destacando a importância da cautela e do acompanhamento médico. Embora haja evidências de uma associação entre o uso de sibutramina e o surgimento de quadros psiquiátricos, estabelecer uma relação causal definitiva é desafiador devido a diferenças metodológicas entre os estudos e possíveis influências da indústria farmacêutica. No entanto, critérios de Bradford Hill sugerem uma relação plausível entre o medicamento e os transtornos psiquiátricos. Conclusão: Em suma, a sibutramina apresenta um risco real de desencadear transtornos psiquiátricos. A decisão de utilizá-la deve ser ponderada, levando em consideração os riscos e benefícios individuais, e sempre com acompanhamento médico especializado. | |
| dc.identifier.doi | 10.36557/pbpc.v3i2.112 | |
| dc.identifier.uri | https://doi.org/10.36557/pbpc.v3i2.112 | |
| dc.identifier.uri | https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75538 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.relation.ispartof | Periódicos Brasil Pesquisa Científica | |
| dc.source | Faculdade Ceres | |
| dc.subject | Humanities | |
| dc.subject | Medicine | |
| dc.title | ABERTURA DE QUADROS PSIQUIÁTRICOS DEVIDO USO INAPROPRIADO DE SIBUTRAMINA | |
| dc.type | article |