Manifestações Clínicas Sistêmicas do Hiperparatireoidismo: Implicações Metabólicas e Ósseas
| dc.contributor.author | Laura Mendes Seghetto | |
| dc.contributor.author | Katherine Oliveira Almeida | |
| dc.contributor.author | Daniela Martins | |
| dc.contributor.author | Natália Miranda de Freitas | |
| dc.contributor.author | Pedro Henrique Ramalho Bafume | |
| dc.contributor.author | Beatrys Juliani Ramalho | |
| dc.contributor.author | M. Greco | |
| dc.contributor.author | M. Case | |
| dc.contributor.author | Jordy Pierre Carvalho Rezende | |
| dc.contributor.author | Jordana Vieira Ribeiro | |
| dc.coverage.spatial | Bolivia | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-22T19:45:28Z | |
| dc.date.available | 2026-03-22T19:45:28Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.abstract | Introdução: O hiperparatireoidismo é uma desordem endócrina caracterizada pela secreção excessiva do hormônio paratireoideano (PTH), resultando em distúrbios do metabolismo do cálcio e fósforo. Essa condição pode ser primária, frequentemente associada a adenomas paratireoideos, ou secundária, geralmente relacionada à doença renal crônica. As manifestações clínicas são amplas, englobando desde alterações ósseas até repercussões metabólicas e cardiovasculares, com impacto significativo na morbimortalidade. Objetivo: Analisar as principais manifestações sistêmicas do hiperparatireoidismo, destacando suas implicações metabólicas e ósseas, com base em evidências clínicas e diretrizes de sociedades médicas. Metodologia: Foi realizada revisão narrativa da literatura em bases como PubMed, SciELO e LILACS, além de diretrizes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Endocrine Society. Foram incluídos estudos publicados entre 2015 e 2025, priorizando consensos e revisões de alto impacto. Discussão/Resultados: As alterações ósseas constituem uma das manifestações mais relevantes, com redução da densidade mineral óssea, fragilidade e risco aumentado de fraturas. No hiperparatireoidismo primário, observa-se predomínio de reabsorção cortical, enquanto no secundário a osteodistrofia renal é frequente. Além das repercussões esqueléticas, o excesso de PTH promove hipercalcemia, nefrolitíase e nefrocalcinose, podendo evoluir para insuficiência renal. As implicações metabólicas incluem resistência insulínica, alterações no perfil lipídico e risco cardiovascular aumentado. Sintomas inespecíficos, como fadiga, fraqueza muscular e distúrbios neuropsiquiátricos, também são comuns, dificultando o diagnóstico precoce. O tratamento pode variar entre abordagem cirúrgica, especialmente na forma primária, e terapias farmacológicas como calcimiméticos e vitamina D ativa, essenciais no manejo do hiperparatireoidismo secundário. Conclusão: O hiperparatireoidismo apresenta manifestações clínicas que ultrapassam o sistema ósseo, afetando metabolismo, rins e sistema cardiovascular. O diagnóstico precoce e o manejo individualizado são fundamentais para reduzir complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. A atuação multidisciplinar, associada ao uso de terapias baseadas em evidências, é crucial para o controle adequado da doença. | |
| dc.identifier.doi | 10.36557/2674-8169.2025v7n9p1084-1097 | |
| dc.identifier.uri | https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n9p1084-1097 | |
| dc.identifier.uri | https://andeanlibrary.org/handle/123456789/77938 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.relation.ispartof | Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences | |
| dc.source | Universidade Presidente Antônio Carlos | |
| dc.subject | Medicine | |
| dc.subject | Gynecology | |
| dc.subject | SciELO | |
| dc.subject | Philosophy | |
| dc.title | Manifestações Clínicas Sistêmicas do Hiperparatireoidismo: Implicações Metabólicas e Ósseas | |
| dc.type | article |