Desenhando e apagando América nas textualidades da antropofagia

dc.contributor.authorMaría Cándida Ferreira de Almeida
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:17:05Z
dc.date.available2026-03-22T19:17:05Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractEste artigo parte do momento em que, a través de navegações europeias, se fixaram textual e visualmente as fronteiras imaginárias e reais do que seria considerado Brasil, para identificar como uma imagem específica — a mulher nua — se tornou índice do povo brasileiro. Retomo o ritual antropofágico como textualidade estruturadora desta configuração inicial, apontando que a ênfases dada a esta expressão cultural aparecerá na iconografia desde o século XVI e o conteúdo destas narrativas visuais fixará uma imagem em especial: A antropofagia como valor diferenciador dos brasileiros.
dc.identifier.doi10.11606/va.i1.198979
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.11606/va.i1.198979
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/75144
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade de São Paulo - FM/USP
dc.relation.ispartofVia Atlântica
dc.sourceUniversidad de Los Andes
dc.subjectGeography
dc.titleDesenhando e apagando América nas textualidades da antropofagia
dc.typearticle

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