TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DE ARRITMIA FETAL EM GESTANTE A TERMO NO SERVIÇO DE OBSTETRÍCIA DE ALTO RISCO: RELATO DE CASO

dc.contributor.authorAraceli Beatriz Funes Pérez
dc.contributor.authorMaria Leliz Alisandrie Fernandez Benitez
dc.contributor.authorLígia Maria Oliveira de Souza
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:45:27Z
dc.date.available2026-03-22T19:45:27Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractO ritmo cardíaco fetal normal varia entre 120 e 160 batimentos por minuto. Quando os valores se apresentam fora dessa faixa, de forma intermitente ou persistente e na ausência de contrações uterinas, caracteriza-se uma arritmia fetal. Essas arritmias podem ser divididas em dois grupos conforme sua relevância clínica: as benignas, que correspondem a cerca de 90% dos casos e incluem a maioria das extrassístoles, bradicardias e taquicardias sinusais; e as potencialmente graves, responsáveis por aproximadamente 10% dos casos, que englobam taquiarritmias e bradiarritmias persistentes, com risco de evoluir para hidropisia fetal não imune. Entre essas alterações, a taquicardia supraventricular destaca-se por ocorrer em cerca de 1 a cada 10.000 gestações e representar de 67 a 84% das taquiarritmias diagnosticadas. Apresentamos, neste relato, um caso de taquicardia fetal persistente, identificada e tratada ainda durante a vida intrauterina, com reversão farmacológica bem-sucedida, cujo objetivo principal foi permitir que a gestação chegasse a termo.
dc.identifier.doi10.51891/rease.v11i9.21139
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.51891/rease.v11i9.21139
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/77937
dc.language.isopt
dc.publisherArche Scientific and Editorial Consultancy
dc.relation.ispartofRevista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação
dc.sourceUniversidad Nuestra Señora de La Paz
dc.subjectMedicine
dc.subjectGynecology
dc.titleTRATAMENTO FARMACOLÓGICO DE ARRITMIA FETAL EM GESTANTE A TERMO NO SERVIÇO DE OBSTETRÍCIA DE ALTO RISCO: RELATO DE CASO
dc.typearticle

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