DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE: ATUALIZAÇÕES NO DIAGNÓSTICO, FISIOPATOLOGIA E MANEJO TERAPÊUTICO

dc.contributor.authorIzaque Benedito Miranda Batista
dc.contributor.authorLuja de Carvalho Miranda
dc.contributor.authorJúlia Maria de Morais Ferreira
dc.contributor.authorKellen Christine Brites Gonçalves
dc.contributor.authorKarolayne Kelyn Brandalise
dc.contributor.authorLucimara Rocha de Souza
dc.contributor.authorRafaela Castioni Ferreira
dc.contributor.authorRenato Félix Amorim Bezerra
dc.contributor.authorThiago Muniz Borges
dc.contributor.authorOligledson Santana de Freitas
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:58:13Z
dc.date.available2026-03-22T19:58:13Z
dc.date.issued2026
dc.description.abstractIntrodução: A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é a principal causa de perda visual irreversível em indivíduos acima de 60 anos nos países desenvolvidos e apresenta impacto crescente no Brasil em razão do envelhecimento populacional. A doença afeta a mácula, região central da retina responsável pela visão de detalhes, leitura e reconhecimento facial. A DMRI compromete significativamente a autonomia e a qualidade de vida, além de gerar elevados custos sociais e assistenciais. Avanços recentes na compreensão da fisiopatologia, aliados a novas ferramentas diagnósticas e terapêuticas, têm modificado de forma relevante o prognóstico da doença, especialmente em sua forma exsudativa. Objetivo: Apresentar uma atualização sobre os principais mecanismos fisiopatológicos da DMRI, discutir os métodos diagnósticos atualmente utilizados e analisar as estratégias terapêuticas contemporâneas recomendadas por sociedades oftalmológicas e estudos de referência. Metodologia: Realizou-se uma revisão narrativa da literatura, com base em artigos científicos publicados entre 2015 e 2025, diretrizes de sociedades internacionais e brasileiras de oftalmologia e consensos clínicos amplamente reconhecidos. Foram priorizados estudos observacionais, ensaios clínicos e revisões que abordassem diagnóstico, fisiopatologia e tratamento da DMRI em adultos. Discussão e Resultados: A fisiopatologia da DMRI envolve interação complexa entre envelhecimento, predisposição genética, estresse oxidativo, inflamação crônica e disfunção do epitélio pigmentar da retina. Clinicamente, a doença é classificada em forma seca, caracterizada por drusas e atrofia progressiva, e forma úmida, marcada por neovascularização coroideana. O diagnóstico baseia-se no exame oftalmológico detalhado, complementado por tomografia de coerência óptica e angiografia, fundamentais para a detecção precoce e monitorização. No manejo terapêutico, a suplementação vitamínica tem papel na forma seca intermediária, enquanto a forma exsudativa é tratada predominantemente com agentes anti-VEGF, que reduziram significativamente a progressão da perda visual quando administrados de forma adequada e contínua. Conclusão: A DMRI permanece um desafio clínico relevante, porém os avanços diagnósticos e terapêuticos transformaram seu manejo. O diagnóstico precoce e o seguimento regular são essenciais para preservar a visão e minimizar o impacto funcional da doença, reforçando a importância de uma abordagem baseada em evidências e individualizada.
dc.identifier.doi10.70779/arihbj.v3i1.379
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.70779/arihbj.v3i1.379
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/79211
dc.relation.ispartofA R International Health Beacon Journal (ISSN 2966-2168)
dc.sourceUniversity of Vassouras
dc.subjectMedicine
dc.subjectQuality of life (healthcare)
dc.subjectMacular degeneration
dc.subjectGynecology
dc.subjectDiabetic retinopathy
dc.titleDEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE: ATUALIZAÇÕES NO DIAGNÓSTICO, FISIOPATOLOGIA E MANEJO TERAPÊUTICO
dc.typearticle

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