MANEJO DOS TUMORES HIPOFISÁRIOS CLINICAMENTE NÃO FUNCIONANTES AGRESSIVOS

dc.contributor.authorRafael Honorio e Silva
dc.contributor.authorMaria Clara Goulart da Silva
dc.contributor.authorEduarda Dias da Silva
dc.contributor.authorJoão Victor de Oliveira Alvarenga
dc.contributor.authorAna Gabriella Bodanese Terra
dc.contributor.authorGustavo Marinho de Araújo Rosa
dc.contributor.authorThalia Araújo dos Santos
dc.contributor.authorJéssica Lima Pires
dc.contributor.authorPedro Lucas de Oliveira Franco
dc.contributor.authorLeonardo Santos Assis
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:05:47Z
dc.date.available2026-03-22T19:05:47Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractA glândula hipófise desempenha um papel vital no controle de diversas funções do organismo, regulando a secreção de hormônios importantes. Os tumores hipofisários, apesar de sua relativamente baixa incidência na população em geral, representam um desafio significativo no campo da neuroendocrinologia e da neurocirurgia. Entre esses tumores, uma categoria que tem despertado crescente atenção e preocupação é a dos tumores hipofisários clinicamente não-funcionantes agressivos (THNFA). <strong>Objetivo: </strong>Analisar as Abordagens Terapêuticas e Tratamento dos tumores hipofisários clinicamente não-funcionantes agressivos. <strong>Metodologia: </strong>Trata-se de um estudo de revisão integrativa realizado com base no levantamento bibliográfico nas bases científicas: LILACS e SciELO. <strong>Resultados e Discussões: </strong>Os resultados mostram que a radioterapia, em particular a radiocirurgia estereotáxica, é eficaz na estabilização do tamanho tumoral e na preservação da função visual em pacientes com compressão do quiasma óptico. Além disso, a radioterapia pode ser usada como terapia adjuvante após a cirurgia para reduzir o risco de recorrência. A terapia farmacológica desempenha um papel complementar no tratamento de THNFAs agressivas. Embora esses tumores não secretem hormônios em excesso, alguns deles expressam receptores de hormônios hipofisários, como o receptor de somatostatina e o receptor de dopamina. <strong>Conclusão: </strong>Os resultados desta análise destacam a importância da colaboração entre equipes multidisciplinares, que incluem neurocirurgiões, endocrinologistas, radioterapeutas e oncologistas, para garantir o melhor atendimento possível a esses pacientes desafiadores. À medida que avançamos, a pesquisa translacional e clínica continuará a desempenhar um papel crucial na identificação de novas estratégias terapêuticas e na melhoria dos resultados clínicos para aqueles que enfrentam os THNFAs agressivos.
dc.identifier.doi10.5281/zenodo.8363893
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.5281/zenodo.8363893
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/74028
dc.language.isopt
dc.publisherEuropean Organization for Nuclear Research
dc.relation.ispartofZenodo (CERN European Organization for Nuclear Research)
dc.sourceUniversidade Potiguar
dc.subjectMedicine
dc.titleMANEJO DOS TUMORES HIPOFISÁRIOS CLINICAMENTE NÃO FUNCIONANTES AGRESSIVOS
dc.typearticle

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