TRABALHO E FLEXIBILIZAÇÃO

dc.contributor.authorLuciene Lima de Assis Pires
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T17:13:46Z
dc.date.available2026-03-22T17:13:46Z
dc.date.issued2008
dc.description.abstractNo presente artigo, analisa-se o trabalho como uma categoria que, independente das diferentes significações que adquiriu [adquire] ao longo dos tempos, é atual, presente e, principalmente, não está superada. Apresenta-se aqui três momentos não distintos, ao contrário, interligados entre si. Num primeiro momento analisou-se a construção da categoria trabalho na visão de Marx. Em seguida, estabeleceu-se de que forma o trabalho se efetivou a partir do início do século XX, com a organicidade proposta pelo taylorismo e aplicada nas indústrias Ford, originando a estrutura empregada e difundida pela empresa – o fordismo, bem como as transformações postas a partir da década de 70 do século passado, implementadas pelo toyotismo. Num terceiro momento analisou-se o trabalho e as transformações salientadas anteriormente inserindo neste contexto as mudanças que se processam na educação em consonância com um modelo de sociedade que se quer construir, ou melhor, manter.
dc.identifier.doi10.5216/rir.v1i1.180
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.5216/rir.v1i1.180
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/62933
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal de Goiás
dc.relation.ispartofItinerarius Reflectionis
dc.sourceUniversidad Unidad
dc.subjectPhilosophy
dc.subjectHumanities
dc.subjectSociology
dc.titleTRABALHO E FLEXIBILIZAÇÃO
dc.typearticle

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