Análise dos Indicadores de Neoplasia Maligna de Estômago no Brasil, no Período entre 2013 e 2023

dc.contributor.authorIgor Gabriel Mendes Costa
dc.contributor.authorJoão Gabriel Siqueira Mendes
dc.contributor.authorElkjaer Liniker Lourenço
dc.contributor.authorGusthavo Dias Simplicio
dc.contributor.authorVitor Miranda Albo Cardozo
dc.contributor.authorEmílio Pires Diniz Neto
dc.contributor.authorRafaella da Matta Castilho
dc.contributor.authorSamara Novaes Santos
dc.contributor.authorRafael Bastos Alvim
dc.contributor.authorNatasha Gimenes Bouças Ribeiro Cavalcante
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:21:06Z
dc.date.available2026-03-22T19:21:06Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractINTRODUÇÃO: A neoplasia maligna de estômago, ou câncer gástrico, refere-se ao crescimento desordenado de células malignas no revestimento do estômago, resultando em um tumor que pode invadir tecidos adjacentes e se disseminar para outras partes do corpo. Considerada uma das principais causas de mortalidade por câncer mundialmente, essa condição é especialmente prevalente em países em desenvolvimento. Este artigo analisará as internações, óbitos e taxa de mortalidade associados a essa condição, destacando a importância do diagnóstico precoce e das intervenções terapêuticas avançadas. OBJETIVO: Este estudo visa quantificar e analisar as taxas de internações, óbitos e taxa de mortalidade por neoplasia maligna de estômago no Brasil. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo retrospectivo com abordagem quantitativa, realizado a partir de coleta de dados pelo Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), disponibilizados pela base de dados secundária do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (TABNET/DATASUS). Os dados estudados referiam-se às internações, aos óbitos e à taxa de mortalidade por neoplasia maligna de estômago no Brasil no período entre janeiro de 2013 e dezembro de 2023. A análise foi realizada por estatística descritiva, tabulação em planilha eletrônica do programa Microsoft Excel 2016 disposta em tabelas pelo Microsoft Word 10. RESULTADOS: No período de janeiro de 2013 a dezembro de 2023, foram registradas 316.228 internações por neoplasia maligna de estômago no Brasil. A Região Sudeste apresentou a maior porcentagem de internações (43,25%), seguida pela Região Sul (24,02%). No mesmo período, ocorreram 48.785 óbitos, com a maior concentração também na Região Sudeste (48,28%). A taxa de mortalidade variou entre 12,16 na Região Sul e 22,39 na Região Norte. CONCLUSÃO: Portanto, a análise evidencia disparidades regionais significativas no manejo da neoplasia maligna de estômago no Brasil, destacando a necessidade urgente de políticas públicas para melhorar o acesso ao diagnóstico precoce e tratamento, especialmente nas regiões com altas taxas de mortalidade, como o Norte. Estratégias regionais específicas são cruciais para reduzir as desigualdades no cuidado e tratamento dessa condição, promovendo uma distribuição mais equitativa dos recursos de saúde e melhorando os resultados para os pacientes em todo o país.
dc.identifier.doi10.36557/2674-8169.2024v6n8p47-58
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n8p47-58
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/75540
dc.language.isopt
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Implantology and Health Sciences
dc.sourceUniversidade Federal do Amazonas
dc.subjectGeography
dc.subjectMedicine
dc.titleAnálise dos Indicadores de Neoplasia Maligna de Estômago no Brasil, no Período entre 2013 e 2023
dc.typearticle

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