PREVALÊNCIA E FATORES DE RISCO PARA A PRÉ-ECLÂMPSIA EM GESTANTES

dc.contributor.authorPedro Ribeiro de Sales Netto
dc.contributor.authorLídice Fontes Machado da Silva
dc.contributor.authorMac Kenzy Alves de Lima
dc.contributor.authorLizarda Maria de Carvalho Félix
dc.contributor.authorAlice Ferreira Padilha
dc.contributor.authorGlenda Ferreira Leite
dc.contributor.authorCristhian Herrán Giacomozzi
dc.contributor.authorD. Carvalho
dc.contributor.authorAnthony Benny da Rocha Balieiro
dc.contributor.authorCínthia Lívia Martins de Sousa
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T15:37:25Z
dc.date.available2026-03-22T15:37:25Z
dc.date.issued2024
dc.descriptionCitaciones: 1
dc.description.abstractA pré-eclâmpsia é uma doença grave da gravidez caracterizada por hipertensão e falência de órgãos em mulheres prematuras. A prevalência varia de acordo com fatores de risco conhecidos, incluindo história de pré-eclâmpsia, doença renal crônica, hipertensão, obesidade e gestações múltiplas. A causa exata ainda é desconhecida, mas acredita-se que doenças genéticas, imunológicas e sanguíneas desempenhem um papel. A placenta desempenha um papel importante no desenvolvimento da pré-eclâmpsia. Os efeitos adversos da invasão trofoblástica e da remodelação vascular resultam na falta de oxigênio e nutrientes na placenta, levando à liberação de substâncias vasoativas e pró-inflamatórias na circulação materna. Além disso, a mortalidade materna associada à pré-eclâmpsia é acompanhada por sintomas clínicos como anemia, proteinúria, distúrbios hematológicos, doenças hepáticas, danos renais e alterações cerebrovasculares. O diagnóstico é baseado na presença de síndrome hemorrágica combinada com sinais de proteinúria e falência de órgãos após 20 semanas de gestação. Os métodos de tratamento são multifacetados e, nos casos leves, recomenda-se repouso no leito, restrição de sal e aumento da ingestão de líquidos. Contudo, em casos graves, devem ser utilizados anticoagulantes como o sulfato de magnésio para prevenir convulsões e reduzir o risco de complicações maternas e fetais. O diagnóstico da pré-eclâmpsia também depende da gravidade da doença e do momento do parto. Podem ocorrer complicações graves, incluindo eclâmpsia, doença renal, sangramento e restrição do crescimento fetal. Finalmente, medidas para prevenir a pré-eclâmpsia, como o uso de aspirina em baixas doses em mulheres grávidas de alto risco e a intervenção precoce para mulheres com histórico de pré-eclâmpsia, podem reduzir o risco e melhorar os resultados. Compreender os fatores de risco, os mecanismos subjacentes, o diagnóstico precoce e as opções de tratamento são importantes para melhorar os resultados maternos e fetais.
dc.identifier.doi10.36557/2674-8169.2024v6n7p832-841
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n7p832-841
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/53448
dc.language.isopt
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Implantology and Health Sciences
dc.sourceUniversidade Federal do Tocantins
dc.subjectMedicine
dc.titlePREVALÊNCIA E FATORES DE RISCO PARA A PRÉ-ECLÂMPSIA EM GESTANTES
dc.typearticle

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