Souza-Cardoso e Boccioni: movimentos analógicos em confronto

dc.contributor.authorMaria da Graça Gomes de Pina
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T17:51:07Z
dc.date.available2026-03-22T17:51:07Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractRESUMO Embora não estivesse afiliado direta e especificamente a nenhum dos movimentos de vanguarda que eclodiram durante a sua breve existência, a produção fértil e vasta de Souza-Cardoso, com a leveza e a beleza que a caracteriza, conseguiu de certo modo tocá-los a todos. Umberto Boccioni, ativíssimo pintor e escultor, muito mais próximo dos movimentos vanguardistas inflamando algumas áreas europeias, é, pelo contrário, um autor plenamente futurista. Pretendo analisar sucintamente a obra destes dois artistas, tendo especialmente em conta o fato de ambos terem o mesmo objetivo - a dinâmica do corpo humano -, mas também a sua convergência e divergência relativamente às indicações programáticas do manifesto futurista.
dc.identifier.doi10.1590/2176-457333238
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.1590/2176-457333238
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/66627
dc.language.isopt
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulo
dc.relation.ispartofBakhtiniana Revista de Estudos do Discurso
dc.sourceUniversity of Naples - L'Orientale
dc.subjectHumanities
dc.subjectArt
dc.subjectManifesto
dc.subjectPolitical science
dc.titleSouza-Cardoso e Boccioni: movimentos analógicos em confronto
dc.typearticle

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