Caminho dos Ossos

dc.contributor.authorM. Matricardi
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T18:02:27Z
dc.date.available2026-03-22T18:02:27Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractA escrita, fragmentada, traz na própria transtemporalidade a performatividade promíscua entre as referências da literatura, ação em artes visuais, antropologia, filosofia contemporânea e das ciências sociais, que ora transita por um lugar tradicionalmente reconhecido como acadêmico, ora se reconhece como devir em movimento nos ensaios poéticos, trazendo-nos para a fratura das diferentes linguagens e dos conceitos, dos contos e da construção da escrita como outro objeto estético que não se prende à mera descrição das ações evocadas. A terceira margem do rio, imagem-conceito a partir do conto de João Guimarães Rosa surge como fratura do tempo, risca terceira, produção de desvio no corpo social. Édouard Glissant se faz presente a partir de conceitos como poética das relações, rastro/resíduo, crioulização e pensamento do tremor.
dc.identifier.doi10.26512/mgraph.v3i4.25291
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.26512/mgraph.v3i4.25291
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/67751
dc.language.isopt
dc.publisherUniversity of Brasília
dc.relation.ispartofMETAgraphias
dc.sourceUniversitas Nusa Bangsa
dc.subjectArt
dc.subjectHumanities
dc.titleCaminho dos Ossos
dc.typearticle

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