ESCOLA, GÊNERO E ABJEÇÃO: DESDOBRAMENTOS A PARTIR DA ALEGORIA NA ANIMAÇÃO X-MEN EVOLUTION

dc.contributor.authorMarco Aurélio de Carvalho
dc.contributor.authorPaulo Rennes Marçal Ribeiro
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T18:15:05Z
dc.date.available2026-03-22T18:15:05Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractSuper-heróis fazem do cotidiano de crianças, jovens e adultos, sendo, muitas vezes, taxados de cultura inútil. No entanto, alguns educadores têm defendido o seu uso no processo de aprendizagem. No que diz respeito à sexualidade, em especial a aquelas dissidentes da cisheteronormatividade, há poucos heróis que tratam esse assunto de forma explicita. Tal abordagem muitas vezes se dá sob a forma de alegorias. É o caso dos X-men que foram concebidos por Stan Lee como uma alegoria de minorias sociais da vida real. Esse artigo tem como proposta discutir, a partir do conceito de abjeção da filósofa Judith Butler, como os mutantes são uma alegoria da vivência de alunos LGBTQI+ na escola através da série animada X-men Evolution. Acreditamos que os X-men possam vir a ser um instrumento importante para educadores trabalharem a questão da homofobia e transfobia em sala de aula.
dc.identifier.doi10.14295/de.v8i1.11366
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.14295/de.v8i1.11366
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/69004
dc.language.isopt
dc.publisherFederal University of Rio Grande
dc.relation.ispartofDiversidade e Educação
dc.sourceiRobot (United States)
dc.subjectHumanities
dc.subjectPhilosophy
dc.titleESCOLA, GÊNERO E ABJEÇÃO: DESDOBRAMENTOS A PARTIR DA ALEGORIA NA ANIMAÇÃO X-MEN EVOLUTION
dc.typearticle

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