Quando as musas vestem o hábito – diálogo entre Antropologia, Museologia e História à soleira dos museus missionários

dc.contributor.authorAramis Luis Silva
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T17:07:14Z
dc.date.available2026-03-22T17:07:14Z
dc.date.issued2015
dc.description.abstractTomando como ponto de partida a questão do translado para uma nova sede museal dos restos mortais pertencentes à coleção bororo organizada e mantida pelos padres salesianos no Brasil, essa reflexão visa demonstrar que, a despeito das aparentes alterações de sentido do que é tido como etnográfico em um dado projeto museológico, a lógica que sustenta esse contínuo processo de reconfiguração e reatualização de significados de categorias pode ser elucidada a partir de um diálogo entre antropologia, museologia e história. Nele, veremos como coleções e museus missionários serviram como tecnologias para religiosos produzirem visualmente o sagrado enquanto uma categoria antropológica.
dc.identifier.doi10.26512/museologia.v4i7.16775
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.26512/museologia.v4i7.16775
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/62287
dc.language.isopt
dc.publisherUniversity of Brasília
dc.relation.ispartofMuseologia & Interdisciplinaridade
dc.sourceMuseo de Historia Natural Noel Kempff Mercado
dc.subjectHumanities
dc.subjectArt
dc.titleQuando as musas vestem o hábito – diálogo entre Antropologia, Museologia e História à soleira dos museus missionários
dc.typearticle

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