Tratamento do bagaço de cana-de-açúcar com uréia

dc.contributor.authorPatrícia Sarmento
dc.contributor.authorRasmo García
dc.contributor.authorAureliano José Vieira Pires
dc.contributor.authorAndreia Santos do Nascimento
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T15:40:58Z
dc.date.available2026-03-22T15:40:58Z
dc.date.issued1999
dc.descriptionCitaciones: 20
dc.description.abstractO bagaço de cana contendo 55% de matéria seca (MS) foi tratado com cinco níveis de uréia (0; 2,5; 5; 7,5; e 10%) e 5% de soja crua moída como fonte de urease, ambos com base na MS. O material foi armazenado por 97 dias em sacos plásticos (8 kg/saco de 50 L).e, após abertura, amostras foram coletadas em três períodos de aeração (2, 9 e 16 dias). Foi usado delineamento experimental inteiramente casualizado com três repetições. Não houve efeito de níveis de uréia para teor de MS; entretanto, a matéria seca elevou-se com o aumento dos períodos de aeração. Houve também aumento dos teores de proteína bruta e nitrogênio insolúvel em detergente ácido com o aumento dos níveis de uréia e redução com o aumento dos períodos de aeração. Não houve efeito para a fibra em detergente ácido, em função de níveis de uréia e períodos de aeração. A fibra em detergente neutro e a hemicelulose diminuíram com adição de uréia, mas elevaram-se com o aumentos dos períodos de aeração. A digestibilidade in vitro da matéria seca aumentou com a adição de uréia. Os tratamentos com uréia alteraram a composição química, melhorando a qualidade do bagaço.
dc.identifier.doi10.1590/s1516-35981999000600005
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.1590/s1516-35981999000600005
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/53795
dc.language.isopt
dc.publisherSociedade Brasileira de Zootecnia
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Zootecnia
dc.sourceUniversidad Evangélica Boliviana
dc.subjectChemistry
dc.subjectAnimal science
dc.titleTratamento do bagaço de cana-de-açúcar com uréia
dc.typearticle

Files