chegada e chegadas do nosso sagrado à república

dc.contributor.authorFrancisco César Manhães Monteiro
dc.contributor.authorMaria Helena Versiani
dc.contributor.authorMario de Souza Chagas
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T16:31:24Z
dc.date.available2026-03-22T16:31:24Z
dc.date.issued2022
dc.descriptionCitaciones: 1
dc.description.abstractO artigo narra o percurso do Nosso Sagrado, acervo de objetos das religiosidades afro-brasileiras, desde seu confisco pela polícia em casas de santo cariocas, nas primeiras décadas do Brasil republicano, até sua chegada ao Museu da República. Os confiscos amparavam-se no Código Penal da época, em que os afro-religiosos eram tachados de aproveitadores e primitivos e seus rituais descritos como bárbaros e venais a partir de visões depreciativas das tradições de matrizes africanas. Depois de retidos em domínio policial por até mais de um século, os objetos sagrados foram transferidos para o Museu da República em 21 de setembro de 2020, após uma longa espera e campanhas por reparação de justiça, direito à liberdade religiosa e afirmação da cidadania negra e por solicitação de lideranças de santo que protagonizaram a luta para a libertação desses objetos e que agora compartilham a gestão do acervo no museu.
dc.identifier.doi10.26512/museologia.v11i22.45280
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.26512/museologia.v11i22.45280
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/58738
dc.language.isopt
dc.publisherUniversity of Brasília
dc.relation.ispartofMuseologia & Interdisciplinaridade
dc.sourceUniversidad Privada del Valle
dc.subjectHumanities
dc.subjectArt
dc.titlechegada e chegadas do nosso sagrado à república
dc.typearticle

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