O Papel da Medicina de Família e Comunidade na Prevenção da Mortalidade Materna e Infantil

dc.contributor.authorLuciana Oliveira Cascaes Dourado
dc.contributor.authorAnderson Luís dos Santos Martins Júnior
dc.contributor.authorWilson Espósito Júnior
dc.contributor.authorCristiane Sgarbi Rossino
dc.contributor.authorMaria Paula Bianchim Oliveira
dc.contributor.authorAdrya Lúcia Peres
dc.contributor.authorGabriel Araújo Ferrari Figueiredo
dc.contributor.authorLaura Vendramin Licks
dc.contributor.authorMarília Elis Reichert
dc.contributor.authorFrancisco Noerdson Nascimento De Melo
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:49:11Z
dc.date.available2026-03-22T19:49:11Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractA mortalidade materna e infantil permanece como um dos principais desafios de saúde pública, refletindo as desigualdades sociais e a fragilidade dos sistemas de atenção básica em muitos países. No Brasil, apesar dos avanços alcançados com a Estratégia de Saúde da Família (ESF), ainda há disparidades regionais que comprometem a redução desses indicadores. A Medicina de Família e Comunidade, ao adotar uma abordagem centrada na pessoa e no contexto familiar, desempenha papel essencial na prevenção desses óbitos, garantindo cuidado contínuo, integral e humanizado. O presente estudo teve como objetivo analisar o papel da Medicina de Família e Comunidade na prevenção da mortalidade materna e infantil, destacando suas estratégias de atuação e os principais desafios enfrentados. Trata-se de uma revisão narrativa de literatura, baseada na análise de publicações científicas e documentos oficiais que abordam a relação entre a atenção primária à saúde e a redução da mortalidade materno-infantil. Foram consultadas bases de dados nacionais e internacionais, selecionando estudos dos últimos dez anos que enfatizassem o impacto das práticas de cuidado integral, da vigilância em saúde e do trabalho multiprofissional. A análise seguiu uma abordagem descritiva e interpretativa, buscando identificar as principais contribuições do médico de família na promoção da saúde e na prevenção de agravos. Os resultados evidenciam que o fortalecimento da atenção primária, com foco na ESF, é determinante para a diminuição das taxas de mortalidade materna e infantil. A atuação do médico de família na detecção precoce de riscos, no acompanhamento do pré-natal, na promoção do aleitamento materno e na educação em saúde mostra-se eficaz para prevenir desfechos adversos. Conclui-se que a Medicina de Família e Comunidade é peça-chave na construção de um modelo de saúde sustentável, equitativo e resolutivo, sendo indispensável para o alcance das metas de desenvolvimento sustentável e para a garantia de uma vida mais saudável para mães e crianças.
dc.identifier.doi10.36557/2674-8169.2025v7n11p355-366
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n11p355-366
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/78309
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Implantology and Health Sciences
dc.sourceCentro Universitário das Américas (FAM) - São Paulo
dc.subjectMedicine
dc.subjectInequality
dc.subjectPhysics
dc.titleO Papel da Medicina de Família e Comunidade na Prevenção da Mortalidade Materna e Infantil
dc.typearticle

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