Superdotação: Uma Neurodivergência Evolutiva ou um Aprimoramento Cognitivo?

dc.contributor.authorFabiano de Abreu Agrela Rodrigues
dc.contributor.authorJ. Padilla
dc.contributor.authorAdriel Pereira da Silva
dc.contributor.authorClara Amorim Ferreira Amaral
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T15:37:30Z
dc.date.available2026-03-22T15:37:30Z
dc.date.issued2024
dc.descriptionCitaciones: 1
dc.description.abstractA superdotação pode ser considerada uma neurodivergência, pois o cérebro de uma pessoa superdotada se desenvolve de maneira diferente do neurotípico. No entanto, enquanto o termo neurodivergência é frequentemente associado a transtornos mentais, a superdotação é melhor compreendida como uma neurodivergência evolutiva. Isso implica que a superdotação representa um aprimoramento das capacidades cognitivas e emocionais, em vez de uma disfunção. Este estudo tem como objetivo buscar comprovações, através de revisões bibliográficas, que corroborem essa afirmação, determinando se este conceito é válido ou não.
dc.identifier.doi10.37811/cl_rcm.v8i4.12286
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.37811/cl_rcm.v8i4.12286
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/53457
dc.language.isopt
dc.publisherLatin American Association for the Advancement of Sciences
dc.relation.ispartofCiencia Latina Revista Científica Multidisciplinar
dc.sourceUniversidad Privada Franz Tamayo
dc.subjectHumanities
dc.subjectPsychology
dc.titleSuperdotação: Uma Neurodivergência Evolutiva ou um Aprimoramento Cognitivo?
dc.typearticle

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