Sífilis Congênita: Um indicador de qualidade no atendimento à gestante
| dc.contributor.author | Emerson Pellin | |
| dc.contributor.author | Vinícius Fernandes Liebel | |
| dc.contributor.author | Maria Rita de Sales | |
| dc.contributor.author | Camilly Malta Mendes Castro | |
| dc.contributor.author | Natália Lara Pereira Rangel | |
| dc.contributor.author | Lara Sathler Mendes Berbert | |
| dc.contributor.author | Beatriz Marques Gameleira | |
| dc.contributor.author | Kellynye de Jesus | |
| dc.contributor.author | J Santos | |
| dc.contributor.author | Hadassa Costa | |
| dc.coverage.spatial | Bolivia | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-22T19:14:13Z | |
| dc.date.available | 2026-03-22T19:14:13Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | Este estudo investigou a incidência de sífilis congênita no Brasil entre 2015 e 2021, considerando variáveis como região geográfica, escolaridade materna, idade, realização do pré-natal e raça. A sífilis congênita é uma preocupação de saúde pública global, sendo transmitida da mãe para o feto, especialmente durante as fases iniciais da infecção. Apesar das estratégias propostas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para eliminar a sífilis congênita, o Brasil enfrenta desafios persistentes nesse contexto. O estudo buscou analisar tendências e correlações associadas à sífilis congênita nas diferentes regiões brasileiras, com foco em variáveis como escolaridade materna, idade, realização do pré-natal e raça. O objetivo foi informar políticas de saúde pública e intervenções específicas para prevenir e controlar essa condição de saúde, especialmente em grupos socialmente vulneráveis. Durante o período analisado, o Brasil registrou uma incidência significativa de sífilis congênita, com a Região Sudeste apresentando a maior taxa. Observou-se que mães jovens, com baixa escolaridade e de raça parda, estavam mais suscetíveis. A falta de acompanhamento pré-natal adequado foi identificada como um fator de risco significativo. Apesar de uma redução temporária nos casos nos anos mais recentes, a tendência global sugere que a sífilis congênita continua a ser um desafio crescente. A sífilis congênita persiste como um desafio de saúde pública no Brasil, especialmente entre grupos socialmente vulneráveis. A falta de consultas pré-natais adequadas, a baixa escolaridade materna e a subnotificação de casos contribuem para a prevalência da doença. Estratégias de intervenção devem ser direcionadas a esses grupos, enfocando o aumento da frequência e qualidade do pré-natal, além de envolver os parceiros no processo educativo. A implementação efetiva das diretrizes da OMS e a melhoria na notificação de casos são cruciais para combater a sífilis congênita. O estudo destaca a necessidade de uma abordagem abrangente, desde a atenção básica até o acompanhamento pós-parto, para garantir a eficácia nas ações de prevenção e controle dessa condição de saúde. | |
| dc.identifier.doi | 10.36557/2674-8169.2024v6n3p447-462 | |
| dc.identifier.uri | https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n3p447-462 | |
| dc.identifier.uri | https://andeanlibrary.org/handle/123456789/74860 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.relation.ispartof | Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences | |
| dc.source | Universidade do Oeste de Santa Catarina | |
| dc.subject | Medicine | |
| dc.title | Sífilis Congênita: Um indicador de qualidade no atendimento à gestante | |
| dc.type | article |