A interface morfologia-fonologia no Blending: uma análise pelo modelo da Teoria da Otimidade

dc.contributor.authorCésar Elídio Marangoni
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T18:58:06Z
dc.date.available2026-03-22T18:58:06Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractNeste artigo, investigo as relações entre morfologia e fonologia nos blends (por exemplo, namorido < namorado + marido), de maneira a delimitar as características prosódicas e métricas desse processo de formação de palavras. Além disso, mostro que a interface morfologia-fonologia no blending se revela na existência de uma estrutura morfológica de composição que, por efeitos fonológicos e pragmáticos, se adequa à restrição prosódica de que tenhamos apenas um nó de palavra prosódica, de maneira que duas palavras são juntadas em uma só e, consequentemente, apresentam apenas um acento principal. O modelo teórico adotado é a Teoria da Otimidade (cf. PRINCE; SMOLENSKY, 1993), com base principalmente na Teoria da Correspondência (cf. McCARTHY; PRINCE, 1995; BENUA 1995) e, com base nesse modelo, proponho restrições atuantes na determinação do output ótimo do processo.
dc.identifier.doi10.5380/rel.v103i1.84111
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.5380/rel.v103i1.84111
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/73266
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal do Paraná
dc.relation.ispartofRevista Letras
dc.sourceUniversidad Mayor de San Andrés
dc.subjectHumanities
dc.subjectPhilosophy
dc.subjectPhysics
dc.titleA interface morfologia-fonologia no Blending: uma análise pelo modelo da Teoria da Otimidade
dc.typearticle

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