Rosácea cutânea e ocular - uma revisão abrangente sobre etiologia, fisiopatologia, manifestações clínicas, fatores de agravamento, diagnóstico, classificação e tratamento
| dc.contributor.author | Alan Breno Gonçalves Guerci Ribeiro | |
| dc.contributor.author | Amanda Ricardi Massochin | |
| dc.contributor.author | Eduardo Schirmer Boff | |
| dc.contributor.author | Felipe Schirmer Boff | |
| dc.contributor.author | Lucas Italo Ferrari Santos | |
| dc.coverage.spatial | Bolivia | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-22T19:15:50Z | |
| dc.date.available | 2026-03-22T19:15:50Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | A rosácea é uma condição crônica que afeta a pele e, em alguns casos, os olhos, caracterizada por inflamação e vermelhidão. Sua etiologia não é totalmente compreendida, mas fatores genéticos, ambientais e vasculares estão implicados. Na fisiopatologia, acredita-se que a disfunção do sistema imunológico e a resposta inflamatória desempenhem papéis importantes. As manifestações clínicas da rosácea cutânea incluem rubor facial persistente, pápulas, pústulas e telangiectasias. Além disso, a rosácea ocular pode causar sintomas como olhos secos, sensação de corpo estranho, queimação e fotofobia. Os fatores de agravamento da rosácea são diversos e incluem exposição ao sol, temperaturas extremas, alimentos picantes, álcool, estresse e certos medicamentos. O diagnóstico da rosácea é geralmente clínico, baseado na apresentação dos sintomas e na exclusão de outras condições similares. No entanto, exames adicionais, como cultura bacteriana, podem ser realizados para descartar outras doenças. Quanto à classificação, a rosácea é comumente dividida em subtipos: eritemato telangiectásica, pápulo-pustulosa, fimatosa e ocular. A classificação auxilia no direcionamento do tratamento mais adequado. O tratamento da rosácea envolve uma abordagem multifacetada, que pode incluir medidas tópicas, como cremes e géis contendo agentes anti-inflamatórios, antibióticos ou agentes vasoconstritores. Antibióticos orais e isotretinoína também podem ser prescritos em casos mais graves. Além disso, medidas não farmacológicas, como evitar gatilhos conhecidos e proteger a pele dos raios solares, são fundamentais para controlar os sintomas e prevenir recorrências. No caso da rosácea ocular, tratamentos específicos, como lágrimas artificiais, antibióticos tópicos e corticosteroides, podem ser necessários para aliviar os sintomas e proteger a saúde ocular. O manejo adequado da rosácea requer uma abordagem individualizada, adaptada às necessidades e gravidade de cada paciente. | |
| dc.identifier.doi | 10.34119/bjhrv7n2-258 | |
| dc.identifier.uri | https://doi.org/10.34119/bjhrv7n2-258 | |
| dc.identifier.uri | https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75021 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | Brazilian Journal of Development | |
| dc.relation.ispartof | Brazilian Journal of Health Review | |
| dc.source | Agence des Aires Marines Protégées | |
| dc.subject | Medicine | |
| dc.subject | Humanities | |
| dc.subject | Gynecology | |
| dc.title | Rosácea cutânea e ocular - uma revisão abrangente sobre etiologia, fisiopatologia, manifestações clínicas, fatores de agravamento, diagnóstico, classificação e tratamento | |
| dc.type | article |