Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade: Da Avaliação Clínica às Opções de Tratamento

dc.contributor.authorMatheus Santos Guedes
dc.contributor.authorJosé Renato Brambilla
dc.contributor.authorMaria Fernanda Sanitá Salin
dc.contributor.authorDaniela Araceli Delgado Cortez
dc.contributor.authorAbner Francisco Chilón Troncos
dc.contributor.authorMaisa Baldinu Caramujo
dc.contributor.authorHerta Sousa Pinheiro
dc.contributor.authorRita Gonçalves
dc.contributor.authorIrineu Batista
dc.contributor.authorLuís Nunes
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:46:30Z
dc.date.available2026-03-22T19:46:30Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractIntrodução: O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desatenção, impulsividade e hiperatividade, com impacto significativo no desempenho escolar, social e emocional. Estima-se prevalência global em torno de 5% em crianças e 2,5% em adultos. No Brasil, o diagnóstico ainda enfrenta desafios relacionados à desinformação, estigma e subdiagnóstico. O reconhecimento precoce e a abordagem multidisciplinar são fundamentais para minimizar prejuízos funcionais e promover melhor qualidade de vida. Objetivo: Analisar os principais aspectos da avaliação clínica e terapêutica do TDAH, com base em evidências científicas e diretrizes nacionais e internacionais. Metodologia: Foi realizada revisão narrativa da literatura nas bases PubMed, SciELO e LILACS, incluindo estudos e diretrizes publicadas entre 2015 e 2025. Foram consultadas referências da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), American Psychiatric Association (APA) e National Institute for Health and Care Excellence (NICE). Discussão/Resultados: O diagnóstico do TDAH é clínico, fundamentado nos critérios do DSM-5 e na observação dos sintomas em pelo menos dois contextos (escolar, familiar ou social). Avaliações complementares, como escalas de comportamento e entrevistas estruturadas, auxiliam na caracterização da gravidade e na exclusão de diagnósticos diferenciais. O tratamento baseia-se em uma combinação de intervenções psicossociais e farmacológicas. Entre os medicamentos, o metilfenidato e a lisdexanfetamina são as principais opções, comprovadamente eficazes na melhora da atenção e do controle da impulsividade. Em casos leves, a terapia cognitivo-comportamental pode ser suficiente, especialmente em crianças menores. O acompanhamento contínuo é essencial para ajustar doses e monitorar efeitos adversos, como insônia e perda de apetite. O suporte familiar e escolar contribui para adesão terapêutica e melhora global do prognóstico. Estudos recentes reforçam a importância da individualização do tratamento, considerando fatores genéticos, ambientais e emocionais. Conclusão: O TDAH é uma condição crônica, porém tratável, que exige abordagem abrangente e interdisciplinar. O diagnóstico precoce, aliado ao manejo adequado e à educação dos cuidadores, é determinante para reduzir impactos funcionais e sociais. A atualização constante de profissionais de saúde é essencial para o manejo ético e baseado em evidências.
dc.identifier.doi10.36557/2674-8169.2025v7n10p531-544
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n10p531-544
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/78040
dc.language.isopt
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Implantology and Health Sciences
dc.sourceAnhembi Morumbi University
dc.subjectPsychology
dc.subjectMedicine
dc.subjectPsychotherapist
dc.subjectPsychiatry
dc.subjectQuality of life (healthcare)
dc.subjectHealth care
dc.titleTranstorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade: Da Avaliação Clínica às Opções de Tratamento
dc.typearticle

Files