Manejo Agudo do Estado Hiperglicêmico Hiperosmolar: Intervenções de Emergência e Perspectivas
| dc.contributor.author | Brunna Gerlany Freire Guimarães | |
| dc.contributor.author | Chung Won Chon | |
| dc.contributor.author | Sheyla Milena Costa de Souza | |
| dc.contributor.author | Luiz Henrique Caldas Lins | |
| dc.contributor.author | José Kleber Mota Assunção Filho | |
| dc.contributor.author | Pedro Tiago Azevedo Bianchini | |
| dc.contributor.author | Edne Wanessa Nóbrega Crispim Lima | |
| dc.contributor.author | Poliana Lemes Araújo | |
| dc.contributor.author | Alysson Barbosa Sena | |
| dc.contributor.author | Lucas Acyole Campinho Menezes | |
| dc.coverage.spatial | Bolivia | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-22T19:18:56Z | |
| dc.date.available | 2026-03-22T19:18:56Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description.abstract | Este artigo tem como objetivo geral analisar as práticas clínicas atuais no manejo do estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH) em ambientes de emergência. O EHH é uma emergência endocrinológica grave que ocorre principalmente em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 não controlada, caracterizada por hiperglicemia extrema, hiperosmolaridade plasmática e desidratação acentuada, sem cetoacidose significativa. A condição desenvolve-se de forma insidiosa ao longo de dias ou semanas e pode levar a manifestações neurológicas graves, como letargia, confusão mental, convulsões e coma. É frequentemente desencadeada por fatores como infecções, uso inadequado de medicamentos, trauma ou doenças concomitantes que aumentam a produção de hormônios contra-reguladores. A metodologia utilizada foi uma revisão bibliográfica descritiva e qualitativa, analisando estudos publicados entre 2004 e 2024, em português e inglês. As bases de dados consultadas foram PubMed, Scielo e Google Scholar. A análise focou nos fatores desencadeantes do EHH, eficácia das intervenções emergenciais, protocolos de correção de hiperglicemia e distúrbios eletrolíticos, e o papel do acompanhamento endocrinológico na prevenção de episódios recorrentes. Os resultados indicam que o manejo adequado do EHH envolve fluidoterapia agressiva, administração criteriosa de insulina e monitoramento rigoroso dos níveis glicêmicos e eletrolíticos. Avanços recentes incluem a utilização de monitoramento contínuo da glicose e a aplicação de protocolos de tratamento padronizados que melhoram significativamente os resultados clínicos. Estudos mostram que a implementação de tais protocolos pode reduzir o tempo de internação e a mortalidade associada ao EHH. A conclusão destaca a importância de uma abordagem sistemática e baseada em evidências no manejo do EHH. O diagnóstico precoce e intervenções emergenciais, como reposição de fluidos e controle glicêmico intensivo, são essenciais para estabilizar o paciente e prevenir complicações severas, como falência renal e disfunção neurológica. A continuidade das pesquisas nesta área é crucial para aprimorar as estratégias de tratamento, garantir a segurança e eficácia dos procedimentos, e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. | |
| dc.identifier.doi | 10.36557/2674-8169.2024v6n6p1390-1411 | |
| dc.identifier.uri | https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n6p1390-1411 | |
| dc.identifier.uri | https://andeanlibrary.org/handle/123456789/75328 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.relation.ispartof | Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences | |
| dc.source | Faculdade de Medicina do ABC | |
| dc.subject | Medicine | |
| dc.title | Manejo Agudo do Estado Hiperglicêmico Hiperosmolar: Intervenções de Emergência e Perspectivas | |
| dc.type | article |