Análise epidemiológica das internações por neoplasias malignas da mama no Brasil

dc.contributor.authorAdriano Martins da Silva
dc.contributor.authorDaniella Guimaraes Peres Freire
dc.contributor.authorRebeca Da Cruz Prestes
dc.contributor.authorLuciano da Silva Alves
dc.contributor.authorBruna Barbosa de Almeida
dc.contributor.authorLucas Alencar de Acioli Lins
dc.contributor.authorPolyana Lins Dantas
dc.contributor.authorJorge Brian Cavalcante Portela de Almeida
dc.contributor.authorYelsy Maria Cruz Reyes
dc.contributor.authorMarília Cristina Silva Morais
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T14:58:11Z
dc.date.available2026-03-22T14:58:11Z
dc.date.issued2023
dc.descriptionCitaciones: 3
dc.description.abstractEste artigo tem por objetivo analisar a epidemiologia das internações por neoplasia maligna da mama no Brasil no período de 2018 a 2022. Trata-se de uma pesquisa descritiva, transversal e epidemiológica. Os dados acerca das internações por neoplasia maligna de mama foram obtidos através do Sistema de Informações Hospitalares do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (SIH/DATASUS), considerando o período de 2018 a 2022. Assim, foram analisadas as seguintes variáveis: ano de internação, caráter de atendimento, óbitos, sexo, faixa etária, etnia, e região do país. No período analisado, foram registradas 354.911 internações por neoplasia maligna da mama, no Brasil. Dessa forma, notou-se que mulheres acima de 50 anos e da raça branca constituem o perfil mais acometido pela neoplasia de mama, em concordância com a idade que se inicia o rastreio pela mamografia de acordo com o Ministério da Saúde.
dc.identifier.doi10.36557/2674-8169.2023v5n5p832-840
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.36557/2674-8169.2023v5n5p832-840
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/49616
dc.language.isopt
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Implantology and Health Sciences
dc.sourceAnhembi Morumbi University
dc.subjectMedicine
dc.titleAnálise epidemiológica das internações por neoplasias malignas da mama no Brasil
dc.typearticle

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