Saúde do trabalhador após pandemia

dc.contributor.authorCamilla Maganhin Luquetti
dc.contributor.authorMário Henrique Rodrigues Cavalcanti
dc.contributor.authorTania Alba Medrano
dc.contributor.authorThiago Leite Siqueira
dc.contributor.authorGiovanna Maria de Freitas Oliveira
dc.contributor.authorSofia Barcelo Oliveira
dc.contributor.authorAna Gabriella Medeiros
dc.contributor.authorJonathan Villarroel Rojas
dc.contributor.authorVitória Duarte de Araújo Meirelles
dc.contributor.authorMaria Isabel Guedes Lima
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T19:22:27Z
dc.date.available2026-03-22T19:22:27Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractIntrodução: Seja para profissionais de saúde envolvidos diretamente nos cuidados com pacientes, seja em nível populacional, pouco se discutiu sobre condições e organização do trabalho, prevalecendo apenas protocolos de medidas individuais (higiene e uso de equipamentos de proteção). Os principais desafios foram a elevada transmissibilidade do vírus, a falta de EPI, a sobrecarga de trabalho e os impactos na saúde mental. Tais profissionais se viram diante do aumento de transtornos psiquiátricos, incluindo depressão, ansiedade, insônia, estresse e trauma indireto. Objetivo: compreender a saúde do profissional de saúde após Covid-19. Metodologia: Revisão de literatura integrativa a partir de bases da Scielo, da PubMed e da BVS, de março a maio de 2024, com descritores “Covid-19”, “Worker health Health”e “Post-pandemic”, cadastrados no DeCS/MeSH e operador “AND”. Incluíram-se artigos de 2019-2024 (total 100), com exclusão de outros critérios e escolha de 05 artigos na íntegra. Resultados e Discussão: A sensação de alto risco de contaminação, efeito da doença na vida profissional e humor deprimido: esse era o contexto vivenciado por profissionais de saúde. Além disso, a exaustão física e mental, a perda de pacientes e colegas, a dificuldade na tomada de decisão, o medo da contaminação e da transmissão da doença aos entes próximos também foram marcantes aos que estavam na linha de frente. De acordo com a OPAS, a intervenção no momento de crise deve ser o acolhimento do sujeito e de suas emoções, de forma sensível, empática, por meio da escuta ativa e qualificada - base da comunicação terapêutica. É importante oferecer suporte emocional. Isso envolve ouvir ativamente o que a pessoa está passando, proporcionando espaço seguro para expressão de sentimentos e preocupações. Os profissionais de saúde apresentam mais depressão, ansiedade, insônia e efeitos negativos em relação à saúde geral, em período pós-pandemia. O aumento desses problemas citados mostra que mesmo com o “fim” a níveis pandêmicos, e com a vida retornando à normalidade, esses profissionais de saúde ainda lidam com os efeitos causadores dessa crise em suas vidas. É essencial que órgãos e instituições de saúde ofereçam suporte aos trabalhadores, proporcionando-lhes apoio psicológico adequado e eficaz para enfrentar as repercussões dessa crise, sem estigmatizações e com menor morbidade. Conclusão: Tanto as instituições de saúde como os próprios profissionais precisam entender a importância do quesito mental e da repercussão em todas as outras aéreas da vida. É desafio que requer cuidado e atenção, bem como manejo adequado com acompanhamento multiprofissional e de forma longitudinal.
dc.identifier.doi10.36557/2674-8169.2024v6n9p280-293
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n9p280-293
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/75674
dc.language.isopt
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Implantology and Health Sciences
dc.sourceHospital Israelita Albert Einstein
dc.subjectVirology
dc.subjectPolitical science
dc.subjectHumanities
dc.subjectPhilosophy
dc.titleSaúde do trabalhador após pandemia
dc.typearticle

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