Las cenizas de El Marinero: un polígono de lados infinitos

dc.contributor.authorNicolás Barbosa
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T18:31:49Z
dc.date.available2026-03-22T18:31:49Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractNa sua proposta de «teatro estático» e na única obra de teatro que publicou em vida, O Marinheiro, Fernando Pessoa cria um teatro paradoxalmente cinzelado que se constrói sobre a ideia negativa de uma privação criadora; ou seja, trata-se de um teatro de autodestruição. A dupla metáfora entre a escultura e a linguística revela-se apropriada pois uma das maiores criações teatrais de Pessoa é precisamente um homem esculpido a partir de palavras. A personagem do marinheiro, criação central desta peça, é ao mesmo tempo o maior enigma da história e a janela para as possibilidades metafóricas da encenação. FERNANDO PESSOA / O MARINHEIRO / ENCENAÇÃO / LINGUÍSTICA / SIMBOLISMO
dc.identifier.doi10.51427/cet.sdc.2016.0011
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.51427/cet.sdc.2016.0011
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/70655
dc.language.isoes
dc.relation.ispartofSinais de Cena
dc.sourceUniversidad de Los Andes
dc.subjectHumanities
dc.subjectArt
dc.titleLas cenizas de El Marinero: un polígono de lados infinitos
dc.typearticle

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