Control social y castigo: percepción del castigo en funcionarios policiales venezolanos

dc.contributor.authorYoana Monsalve Briceño
dc.coverage.spatialBolivia
dc.date.accessioned2026-03-22T16:10:26Z
dc.date.available2026-03-22T16:10:26Z
dc.date.issued2010
dc.descriptionCitaciones: 1
dc.description.abstractO artigo aborda as questões do significado policial do castigo e as justificativas morais de sua aplicação, utilizando dados provenientes de 14 entrevistas com funcionários de dois corpos policiais da área de Caracas, Venezuela. Se bem que, à primeira vista, o exercício do poder de castigar seja percebido pelos policiais como competência dos juízes penais, uma leitura mais detalhada indica que eles percebem, entre os cidadãos, uma demanda para atuar como executores diretos do castigo. Com isso, manifestam-se formas de organização e justificação dos castigos ilegais, assumindo esses policiais uma delegação ou um consentimento implícito por parte de outros operadores do sistema de justiça. Manifesta-se também a emergência de uma "clientela" do castigo, formada por pessoas moralmente desvalorizadas e com escasso poder de reivindicação social, ainda que ambas as dimensões guardem certa autonomia. Conclui-se com proposições para ampliar o âmbito da investigação e para analisar a extensão e consistência das percepções de ineficiência do sistema formal de justiça penal e sua influência no desenvolvimento do poder de castigo direto por parte da polícia.
dc.identifier.doi10.1590/s0103-49792010000300005
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.1590/s0103-49792010000300005
dc.identifier.urihttps://andeanlibrary.org/handle/123456789/56670
dc.language.isoes
dc.publisherBahia State University
dc.relation.ispartofCaderno CRH
dc.sourceUniversidad de Los Andes
dc.subjectHumanities
dc.subjectArt
dc.titleControl social y castigo: percepción del castigo en funcionarios policiales venezolanos
dc.typearticle

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